terça-feira, 6 de setembro de 2016

Felicidade é... saber rumar a novos caminhos!


Aqui estamos a acordar pela última vez no melhor sítio do mundo. Ainda é cedo mas temos várias coisas para fazer antes de partir. Hoje tudo tem sabor a despedida, todos queremos mais, mais um pequeno-almoço divinal, mas um dia de serviço com os Pinkies, mais uma caminhada nas montanhas, mais uma dinâmica, mais um jogo, mais uma festa, mais momentos únicos e inesquecíveis cheios de alegria e felicidade.

São 8h, estamos a tomar o pequeno-almoço com os Pinkies, hoje sem pressa para estarmos prontos as 8h15 para ir trabalhar. As conversas ainda são do sucesso da festa da noite anterior e já se veem algumas despedidas. Com as energias carregadas fomos arrumar o nosso quarto e comprar as recordações do KISC. Antes de almoçarmos fizemos a nossa ultima dinâmica em solo Suíço.

Semeamos a felicidade nos nossos frascos partilhando sementes de felicidade entre todos e regando-a com água do rio Kander. Esperemos que essa felicidade cresça e a consigamos partilhar com todos quando chegarmos a Portugal. O almoço hoje foi tomado junto ao Rio e ali ficámos até que chegasse o autocarro. Aproveitamos a espera ou para ir ao centro de Kandersteg, outros foram passear pela zona, outros simplesmente ficaram ali a contemplar aquela vista pela última vez. Antes de partir ainda deu para nos infiltramos no grupo de crianças escuteiras que estavam a chegar ao KISC. O Paul, o Diogo e o Rafa durante esse tempo de espera dedicaram-se a escrever nos nossos felicidários algumas palavras de parabéns pelo nosso trabalho. Chegou a hora, são 15h, o autocarro chegou, o atrelado está carregado levamos peso a mais desta vez, vamos todos de coração cheio, todos felizes com a certeza que queremos voltar.  

A viagem é longa, o cansaço acumulado é bastante desta vez nem a viola do Filipe saiu do saco. Aproveitamos enquanto ainda era de dia para escrever nos felicidários uns dos outros, foi um redopio. Mas mal começou a escurecer começamos a ver a parte dentro dos olhos e só acordávamos quando o motorista dizia que tínhamos 15m para esticar as pernas e comer qualquer coisa. E assim se vez a viagem de regresso, com um sentimento de alegria e dever cumprido, conseguimos alcançar os nossos objetivos.

Já em Portugal na cidade do Porto, e antes de cada um seguir o seu caminho fomos fazer o favor ao Pyetra e fomos todos almoçar ao McDonald’s, onde elementos das outras edições nos vieram encontrar.

E foi assim que acabou a nossa busca pela Felicidade, foi ali onde nos despedimos uns dos outros e partimos ao nosso caminho espelhando a Felicidade por todos os que nos rodeavam.


Nunca se esqueçam:
“Ser feliz é encantar o mundo com um Sorriso!” 

Felicidade é… contribuir para a felicidade dos outros!

O sexto dia, 25 de Setembro 2015, foi particularmente especial, não fosse este o dia de aniversário da nossa cara amiga Mafalda Toscano!

Assim, neste dia, nós pwpianos, aproveitámos para descansar da grande aventura vivida no dia anterior e após o pequeno-almoço descontraído relaxámos um pouco no lobby do chalet. De seguida, colocámo-nos em marcha com destino a Blausee, durante o percurso fomos presenteados com a beleza dos alpes suíços, das casas típicas, vacas ‘milka’ e até cabritas que pareciam determinadas a seguir-nos até ao lago.


Ao grupo, juntou-se o Pinkie Rafa e a ex-escuteira Andreia, contribuindo para alegrar ainda mais o grupo, contagiando-nos com a sua energia.
Chegados a Blausee, o Romântico Lago da Floresta, repleto de Trutas, o deslumbramento foi geral, o azul profundo dos solhos da bela donzela que morreu de um coração partido ofuscou-nos a todos com a sua beleza natural.
Face a tanto romantismo, não foi estranho quando nos deparamos com recém-casados, estranho seria se não nos intrometêssemos. Por isso nos auto-intitulamos de “Os Fura Casamento”, mais uma história para contar que até teve direito a serenata.
A hora de almoço foi recheada de boa disposição de espírito e muita animação. Contudo, os parques infantis que junto de nós se encontravam revelaram ser uma tentação que poucos resistiram. O momento que se seguiu foi de pura brincadeira, como um regresso à infância. Enfim, caminheiros. :)

Após o almoço, viveu-se a última dinâmica agendada para a actividade. De olhos vendados, deixamo-nos guiar para um local mais recatado do parque, onde com uma serenidade quase mágica fomos convidados a partilhar algo que para nós, individualmente, tivesse um significado especial. Objectos deram lugar a histórias e histórias deram lugar a este momento de partilha e união que parece ter aquecido os corações de todos, fortificando a relação interpessoal da equipa.

De regresso ao KISC, tínhamos à nossa espera um jantar muito especial: o famoso Fondue de queijo, um prato muito popular da culinária suíça que se espalhou pelo mundo todo e é particularmente apreciado na época de inverno. A sala estava com um ambiente diferente e as regras associadas ao jantar eram simples, portanto todos alinharam na brincadeira e entre beijos e risos fomos apreciando a especialidade.
Como não poderia deixar de ser, em dia de aniversário há bolo! Este tinha um sabor especial, já que foi preparado pela própria aniversariante. Obrigado Mafalda por adoçares o nosso coração!



Enquanto isto já se preparava a famosa Portuguese Work Party PARTY! E após o jantar lá fomos nós com carrinhos de mão cheios para o campo, sim, tivemos uma party outdoor numa das estruturas espalhadas pela zona do camping.
Com uma boa noite em que o tempo continuava a nosso favor e com ambiente festivo rapidamente se encheram as mesas com os nossos típicos manjares e néctares, desde a sopa, aos enchidos, queijos e presunto até ao porto e poncha que a nossa madeirense guardava afincadamente para aqueles que ainda não tinham provado a sua especialidade. Isto entre outras comidinhas regionais que representavam o nosso país no local que BP um dia idealizara o permanente Jamboree mundial. E que fantástica ligação que se criara com os Pinkies, que juntaram se alegremente e que festejaram tanto quanto nós.

Fogueira acesa e entre pequenos jogos e brincadeiras também houve espaço para música e de Diabo na Cruz a Quim Barreiros lá íamos dando um passo de dança e por vezes cantarolando em conjunto, o derradeiro bailarico português. O ambiente estava animado e descontraído mas o plano para o dia não terminaria aqui. 


 E foi então que nos pomos a monte para local desconhecido, guiados por luzes espalhadas pelo caminho encontramo-nos no Campfire. E se a noite tem a capacidade de intensificar tudo, desta vez não foi diferente, de um momento de descontracção passámos para um momento mais introspectivo, juntamo-nos há volta do círculo de velas que iluminava a taça onde se acende a fogueira, dentro desse círculo estava um pequeno tesouro, as nossas “Sementes da Felicidade”, como se fossem uma materialização das nossas vivencias nesta aventura chamada Portuguese Work Party.



Após este momento, retiramo-nos calmamente. Mas parecia que o grupo não queria que a noite acabasse. Se estivemos a semana toda a aproveitar todos os momentos, agora sentia se isso ainda de forma mais plena e houve elementos que teimaram em deitar-se tarde fiando novelos de conversa e boa disposição.
A nossa última noite no KISC foi assim: divertida, introspectiva e como não podia deixar de ser… nostálgica! É impossível contar estas e tantas outras histórias que foram vividas sem um sorriso nos lábios.
“A felicidade está em todos os locais, é só preciso estar atento.”

Felicidade é... saber que o sol brilha


Ao quinto dia da PWP’15 o grupo levantou-se pelas 7h15. Com o pequeno-almoço tomado arregaçaram mangas para mais uma vez servir o centro escutista de Kandersteg. Numa primeira fase todos os elementos trabalharam em conjunto na limpeza e arrumação da tendas e material de campismo. A segunda fase do serviço iniciou-se logo após o “coffeebreak”, onde 6 participantes elevaram as laterais de um novo portão para o Kander-Lodge. Os outros 9, contribuíram para a limpeza e reconstrução do BP CAMPFIRE.

Ao meio-dia reuniram-se para recargar baterias com um almoço mexicano confecionado pelos Pinkies. Pelas 13h30 já estávamos a inicia a dinâmica da tarde: “Via Ferrata”. Apesar dos atrasos no aluguer do material de escalada começamos o percurso na Via por volta das 14h45. Ao longo do percurso todo o grupo ficaram cada vez mais deslumbrados com as paisagens que rodeavam Kandersteg. Todas as dificuldades e adversidades já enfrentadas davam-nos ainda mais força para contribuir para continuar o caminho na busca da nossa felicidade. 

A chegada do grupo ao topo da mítica montanha acontecera por volta das 19h estando o teleférico já encerrado. Em busca da melhor solução para regressar ao KISC encontramos um habitante da zona que não sabendo falar outra língua se não o alemão, foi capaz de nos dar indicações sobre o caminho a tomar.

Quando já estávamos prontos para sair do cume surgiu, já na escuridão, um caçador que para muita sorte nossa tinha a chave do teleférico. Também com a barreira linguística, dificultou a compreensão de ambos lá nos conseguimos explicar um pouco da sua história e como tinha ido lá parar. 

Mais tarde viemos a saber que quem contactou o caçador foi o primeiro senhor com quem conversamos no cume. Foi devido a este acto de bondade que conseguimos chegar ao KISC mais descansados e mais realizados com esta aventura.

Assim chegou ao fim mais um emocionante dia em Kandersteg. Hoje demos a conhecer aos alpes suíços a nossa melhor faceta. Conseguimos perseguir o sonho e atingir a felicidade depois de todas as dificuldades. Porque “ser feliz é ter a certeza de que o sol brilha ainda que escondido nas nuvens”.


Felicidade é… construir o futuro!


O terceiro dia de serviço ao KISC começou cedo, como habitualmente. Às 07h00 já se  cantava alvorada com a boa disposição matinal do nosso despertador humano, único  e tecnologicamente bastante avançado. Ao espreitar pela janela reparámos que, pela primeira vez desde que chegámos, a chuva nos brindava e nos dava a conhecer Kandersteg num dia chuvoso, imagem que ainda não tínhamos guardada na galeria fotográfica da nossa memória. 

O serviço que nos aguardava após o pequeno almoço seria levado a cabo dentro do Chalet e, durante todo o dia, demos a volta ao mundo deixando-o a brilhar, que é como quem diz, levámos a cabo as limpezas de 10 dos quartos de diferentes associações escutistas espalhadas pelo globo, quando era suporto termos limpo apenas 4 quartos! Ao longo do dia reinou a alegria e as brincadeiras do grupo com os Pinkies, que nos faziam sentir verdadeiramente e cada vez mais em casa.

No final do dia, o cansaço fazia-se notar nos nossos sorrisos, mas algo muito aguardado estava ainda para acontecer… o jogo de futebol entre os elementos da PWP’15 e os Pinkies, ansiado por todos desde o início da semana. Foi um momento divertido e muito fresquinho, já que a chuva não deu tréguas. De acrescentar ainda que a marca do futebol português foi por demais evidente, ou não contassem os Pinkies com dois elementos que, por baixo do seu cor de rosa característico, vestiam verde e vermelho, o Rafa e o Diogo.No entanto, antes do merecido descanso, algo aguardava calma e pacientemente por todos nós no Chalet: o nosso futuro!

A bússola voltou a captar as atenções de todos, convidando-nos a olhar em direção ao nosso horizonte. Selámos confidências em envelopes timbrados do KISC, que só voltarão a chegar às nossas mãos no futuro e através das mãos do outro.Os nossos frascos voltaram a receber um pouco mais de felicidade, os nossos felicidários voltaram a abrir-se a guardar memórias e a bússola voltou a girar, escolhendo o seu novo par para a manhã do dia seguinte.

Foi uma noite diferente, foi uma noite de olhar além, foi uma noite de construção, pois a felicidade é, sem sombra de dúvida, “viver com sentido, com coragem, construindo o futuro e dando futuro”. E a chuva, essa, veio apenas para nos lembrar que, para a felicidade germinar e dar frutos no futuro, necessita também de ser regada!

Felicidade é... cantar pela manhã


“Vem cá fora ver o Sol que já nasceu…” levantamo-nos com esta alvorada saborosa e partimos para um dia de trabalho. 
Felicidade é… Servir. E Servir no K.I.S.C. é saber que somos uma parte importante na manutenção do centro que é de todos nós, irmãos escutas de todo o mundo. 
Este ar é diferente, esta vista deixa-nos sem palavras; É aqui, que sentimos o calor no frio porque estamos entre irmãos, o consolo num sorriso porque estamos unidos, a alegria no trabalho porque somos simples, a amizade na diversidade porque somos Escutas. Estar aqui é rir sem medo, aprender e ensinar, dar e receber. 
Durante a noite, recolhemos num momento em grupo em que pudemos partilhar o que achamos do que escrevemos e do que foi escrito pelos outros no nosso coração. 
E a felicidade? Aqui ainda não sabíamos mas já estava mais perto do que imaginávamos.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Felicidade é… realizar sonhos!


Por volta das 7 horas da manhã, a claridade do Sol, que ainda se escondia por de trás dos Alpes Suíços, entrava pelas janelas do quarto “Boy Scouts of America” do mais antigo Chalet do KISC convidando-nos para abraçar o primeiro dia dedicado ao serviço do campo. Se nesta altura já estávamos completamente rendidos às paisagens e à magia do KISC, a expectativa de virmos a trabalhar com os Pinkies e podermos deixar a nossa pegada no centro escutista mais aclamado a nível mundial só nos deixava mais animados e prontos para servir – não sem antes encher o estômago, porque um português a trabalhar de barriga vazia não inspira confiança.

Pouco faltava para as 8h15, o horário estipulado para o início dos trabalhos. Um dos Pinkies, o Paul, dá-nos os bons dias e convida-nos a dar uma volta rápida pelo centro aproveitando para apresentar os locais onde o serviço daquele dia seria feito. Juntaram-se a nós o Adam, a Maya e a Hana, pinkies que iam auxiliar-nos nos nossos serviços nesse dia. Parámos no Werkhof para nos dividirmos em grupos de trabalho: um grupo foi com o Paul e a Maya limpar fossas, outro ficou no Werkhof com o Adam a empilhar e arrumar mesas e o último foi com a Hana transportar e limpar tendas militares. A meio da manhã, fizemos o nosso coffee break aproveitando para trocar impressões dos trabalhos, no Uncle Sam, na companhia do pão com doce, do “red stuff” do café e do cheirinho a fossa. Restaurados, retomamos o trabalho! O grupo da Hana terminara mais cedo o seu trabalho sendo convocado para auxiliar o grupo das fossas.

Chegada a hora de almoço, a entrada dos trabalhadores no refeitório fez-se com um pequeno atraso derivado na extensão dos trabalhos – estávamos desculpados… afinal a culpa foi da vontade de não deixar o trabalho a meio. A mesa enche-se: o prato com massa acompanhada de molho de tomate, o copo com Yellow ou Red Stuff (ou água) e o ar com o aroma a fossa. Não foi assim tão mau, pelo menos imaginam o teor das conversas e das piadas… 

Às 14h30, fomos de encontro ao Paul que nos parabeniza pelo trabalho que foi elaborado mais rápido que ele estava a prever. Seguiu-se então novas indicações e novos grupos de trabalho distribuídos pelos Pinkies: Paul, Maya e Adam cujos trabalhos foram respetivamente reparar vedações, pinturas de bancos do KISC e retirar a mobília do Kander Lodge. Na hora do lanche (16h), o Paul avisava as equipas para se encontrarem na margem do rio Kander. A comida, o sol e o som do rio azul a correr ao nosso lado rapidamente repôs as nossas energias. Terminámos os trabalhos perto das 17h30, o que permitiu visitar os locais mais emblemáticos do KISC que ainda não conhecíamos aliado às explicações e orientações do Paul. Posto isto, jantámos às 18h00.

Chegada a noite, era tempo de realizar a nossa dinâmica noturna: “Qual é o teu Norte?”. 
Repensando o que nos faz feliz, qual o teu objetivo, qual o teu maior sonho, numa primeira fase, pensamos a pares: partilhamos ambições com uma pessoa que pouco conhecíamos. Posteriormente dirigimo-nos à sala “International Friendship” de modo a expormos ao grupo aquilo que anteriormente foi repensado e foi partilhado a pares. Posto isto, o dia chega ao fim complementado com umas colheradas de Terra no nosso frasquinho conforme a avaliação individual que cada um fez ao dia. Felicidade é realizar sonhos e para nós a PWP’4 foi a materialização de um sonho.

Felicidade é conhecermo-nos por dentro


Ainda a noite estava a pairar quando se deu a alvorada, eram 5h00 da manhã, acordámos, ainda cansados da viagem, mas com vontade de começar a nossa busca pela felicidade. Para isto, recebemos mais uma "peça" do nosso Felicidário, um coração. Ao longo do dia o desafio era escrevermos características que nos identificassem, algo nada fácil quando se trata de olharmos e refletirmos acerca de nós mesmos. 

Depois de sabermos a dinâmica do dia partimos para a aventura de procurar a felicidade, neste caso, procurámos no lago Oeschinensee, pelas 8h00 já tínhamos chegado, mas um grande nevoeiro sobrevoava o lago, houve desde logo alguma apreensão, pois assim não iríamos ver a verdadeira beleza do local. Podíamos ter desistido mas não, continuamos a procurar a "marota" e a nossa persistência deu frutos, aos poucos uma paisagem inexplicável foi aparecendo à medida que o nevoeiro subia. Era a felicidade a sorrir para nós! 

Os sorrisos estampados nos rostos de cada um foi algo indescritível, algo difícil de caracterizar, tudo o que sentimos no momento foi mágico. Estar ali, ver o sol realçar a neve das montanhas e mesmo ao lado uma água azul cristalina, um verdadeiro cenário de felicidade. 

Depois da felicidade na natureza viemos para o KISC, era a noite dos jogos com os Pinkies, houve desde logo grandes ligações, as diferentes culturas não foram obstáculo, mas sim fontes de enriquecimento e partilha de alegria. No final tivemos o nosso momento de reflexão, partilhamos ideias e felicidade. Fizemos a avaliação da felicidade que sentimos ao longo do dia colocando colheres de terra no nosso frasco individual. 

O primeiro dia terminava assim com bastante alegria e curiosidade acerca do dia seguinte mas sobretudo com vontade de dar mais de nós e continuar a nossa busca pela verdadeira felicidade.